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31 de dezembro de 2.009. 22Hs. / 03-jan-2.010, revisão e complementações com indicação de indícios de mau uso ou, desvio de verbas oficiais. 03-maio-10>Nova alteração Em 27-jul-10, integração, com adaptações, de todas a alterações.

A NEGLIGÊNCIA OFICIAL QUE FAZ, DE GRANDE PARTE DA INFÂNCIA E JUVENTUDE, UMA GERAÇÃO DE DOENTES.

 

   Hoje, tive uma demorada conversa com dois adolescentes, na qual eles não fizeram nenhuma denúncia e nem lamentaram, mas, certamente, com sentimento de decepção, falaram de uma triste realidade, cujo tema já era do meu conhecimento. A abordagem por eles relatada deve ser assunto de reportagem, não só da 1ª capa do nosso pacato site, www.dofuteboljuvenilaopreslula.com, mas sim, de grandes órgãos da imprensa nacional como, das revistas Veja, IstoÉ, Época; dos jornais Estadão, Folha, O Globo, Jornal do Brasil, Folha Universal, etc, etc; com a finalidade de reflexão e um debate de toda a nação.

      O relato foi que, tantos jovens conhecidos, deixaram de praticar futebol, pois, os gastos com taxas e, principalmente, viagens, eram insuportáveis p/ maioria de média condição, não se falando dos de renda assalariada e muito menos, dos sem renda.

Acrescentamos aqui, com materiais esportivos e transporte coletivo local.

 

Atualmente, é comum ir participar de competições em lugares distantes p/ arrecadar com a viagem. O espírito da competição esportiva influencia as equipes a um individualismo que, impede a união pela luta conjunta da classe por verbas e, sem orçamento, elas usam meios de arrecadação onerosos para os jovens atletas e suas famílias.

Ir participar é salutar, contudo, deveria ser sem pagamento, com apoio governamental, entretanto, o apoio não existe, nem com campos p/ treinar.

 

A falta de consciência de classe leva as equipes comunitárias à não se unirem e lutar por verbas oficiais. A busca conjunta de recursos para a classe, quando acontece, é realizada por terceiros que, geralmente, usurpam as verbas em detrimento dos verdadeiros destinatários. Até órgãos oficiais usam de recursos vindos do próprio poder público para promover eventos que tentam divulgá-los pela mídia com importantes, mas, para a infância e juventude não passam de torneios relâmpagos, não os mantendo em atividade, na maior parte do ano.

 

Surgiram promotores de Torneios, não com fins futebolísticos, mas, econômicos.

A promoção de Futebol p/ crianças e adolescentes, virou meio de renda e, até, de exploração. Alguns, honestos e bem intencionados, todavia, sem condição e, também, por muitos outros mercenários. Contudo, aparentemente, não há crime nos procedimentos! O que existe é negligência e omissão com relação às causas da questão, por falta de ação daqueles que têm a atribuição, o dever e a condição, as quais são: Os Governos das três esferas executivas, que não implantam locais destinados aos times criados e mantidos por pais e voluntários; o Ministério Público que não reage diante da não implantação e, a imprensa que não se preocupa em tomar conhecimento da precária situação.

O que se precisa com urgência é sanar as causas acima citadas: Os Governos das três esferas executivas implantarem locais destinados aos times criados e mantidos por pais e voluntários; o Ministério Público reagir diante da não implantação e a imprensa se preocupar, tomando conhecimento e divulgar, conscientizando da necessidade de reversão da carente situação.

 

As crianças e jovens ficam excluídos da prática do futebol sem nenhuma oficial ou institucional reação. Os das cidades sem praias são os mais atingidos pela falta de um espaço comunitário de grande convergência, para praticarem uma diversão esportiva.

 

Por um simples focar da questão se vê que a principal causa é por não mais existirem Campos de Futebol e, quando se consegue um ou, até mesmo um campo "soçaite", o valor é inviável para um funcionamento continuo de treinamentos e jogos dos pequenos times mantidos por voluntários, os únicos que funcionam pra valer, com atendimento abrangente da infância e juventude.

 

Os times, para crianças e jovens das grandes cidades, dirigidos por professores de prefeituras e estados, são apenas cabides de emprego dos dias úteis semanais, sem a verdadeira emoção e dedicação de desportistas por hoob e opção. Nos fins de semanas e feriados, quando a garotada mais precisa de esporte e diversão, a folga os professores impede os times de estarem em atuação.

 

A maioria das crianças e adolescentes que não tem diversões saudáveis e envolventes, com uma, presente, esperançosa perspectiva de bom futuro, nem quero mais repetir qual a direção que lhes sobra p/ se seguir em frente.

Veja quem é a maioria dos consumidores das drogas ilícitas e lícitas, como as bebidas; é de jovens.

Eles não são levados a serem somente consumidores, são também, consumidos.

Vejam as estatísticas dos assassinados e acidentados; a maioria é de jovens.

 

De toda esta grave questão, se daria p/ criar o: MTIJsC, Movimento dos times infantis e juvenis sem campo; o MCJsPF, Movimento das crianças e jovens sem a prática (gratuita) do futebol e, outras mais siglas das calamidades de falta de apoio ao direito da prática esportiva das novas gerações.

 

Encerro aqui, esperançosamente, deixando as ações p/ quem é importante como o Poder Público, a Justiça, o Ministério Público e a Imprensa; eu sou apenas uma simples pessoa que, por ter atuado na área em questão, tenho conhecimento, não só das conseqüências, mas, das carências visíveis as quais, devido a falta, deixam de contribuir para não fazer a juventude ser uma geração, pela desilusão, que leva às drogas, descrente e doente.

 

Pedagogo, Ronan José Garcia, Coordenador Nacional em Goiânia-Goiás, do Movimento pelo despertar em prol da implantação, em todo o Brasil, de Esplanadas de Campos do Futebol Infantil e Juvenil, gratuito. Site: www.dofuteboljuvenilaopreslula.com

 

Pedagogo e Profissional de Ed. Física/Modalidade Futebol; Ronan José Garcia, idealizador do Movimento pelo despertar em prol da implantação, em todo Brasil, de Esplanadas de Campos do Futebol Infantil e Juvenil, gratuito. Sediado em Goiânia-Goiás, em franca busca de levar a divulgação e viabilização a todo o território Nacional. Site: www.dofuteboljuvenilaopreslula.com

 

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A Correspondência a seguir, devidamente assinada pelo remetente, foi protocola na mesma data, 04/jan/2.010, às 15:55Hs na Sede regional do Ministério Público Federal em Goiânia, Goiás.

Goiânia, 04 de janeiro de 2.010.

 

Ao

Ministério Público Federal

 

Assunto: Falta de locais públicos, em todo o Brasil, disponíveis gratuitamente para crianças e jovens praticarem futebol através de times constituídos por eles mesmos ou por voluntários, ou pais ou agentes comunitários.

 

         Na simples condição de cidadão, venho solicitar ao Ministério Público que, se possível, abra um procedimento para tratar da questão da Infância e Juventude deste país ser tão aliciada com indução a gostar de futebol, como, por exemplo, através dos slogans: "Paixão Nacional"; "Futebol esta no sangue dos brasileiros"; Campanhas com a: Torcedor do Futuro e toda uma avalanche de descarga pela mídia, inclusive por manifestações influenciadoras de personalidades torcedoras, como Presidente da República, etc, etc, mas, para as crianças e jovens a oportunidade está em ser só, meros torcedores, o direito à prática gratuita é quase inexistente e quando é ministrado por "escolinhas" estatais, falta o entusiasmo dos professores assalariados, pois, a motivação e a cumplicidade no trabalho com futebol não vem por remuneração e sim, pelo espírito desportivo próprio no voluntariado e alguns pais. Sem muita "delonga", um fato visível a todos é que não existe em qualquer lugar do Brasil, pelo menos um! Estádio do Futebol Infantil e Juvenil (Com exclusividade). Entretanto não achamos que se devem construir estádios e, sim, Esplanadas de Campos do Futebol Infantil e Juvenil por todo o Brasil.(Acréscimo desta publicação).

É evidente que ao serem influenciadas, as crianças e jovens querem imitar os ídolos, mas não encontram a oportunidade por falta de locais que, se existissem, não faltariam voluntários e pais desportistas para criarem e manter os times. A falta de locais (sede) inviabiliza, até, a obtenção de patrocínios.

         No site: www.dofuteboljuvenilaopreslula.com ou: www.pelofij.com se encontra mais, detalhadamente, uma melhor explanação desta questão de exclusão das crianças e adolescentes dos seus direitos à pratica do futebol.

         Assim sendo, encerramos reiterando ao Ministério Público, que se possível, analise esta realidade e que dê encaminhamentos ás instituições que possam viabilizar meios de sanar este crime nacional contra a Infância e a Juventude.

         Com respeito constitucional, antecipando agradecimentos pela esperada atenção para com a causa exposta, subscrevemo-nos.

 

Cordialmente,

                                                                                                 ______________________________________________________

                            Ronan J. Garcia – Pedagogo/Reg. MEC "LP" nº5.114-Go; Insc. CREF-14 nº4.349

                                   RG. 544.972-SSP-Go / End. Av. dos Alpes nº 897 – St. União – Goiânia – Go.

                                   E-mail: ronanjgarcia@hotmail.com
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À resposta, uma reflexão de Fé: Jó nunca deu crédito às opiniões, às provocações do demônio. As ignorava, as desprezava.
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